sexta-feira, 25 de novembro de 2016

A araucária e a erosão genética que destrói a Mata Atlântica



Pôr-do Sol - Telêmaco Borba
Muito se discute sobre a conservação da Araucaria angustifolia – o conhecido pinheiro-brasileiro ou pinheiro-do-Paraná. Há quem ache exagero considerar a espécie ameaçada de extinção, valendo-se do argumento de que “existem muitas árvores por aí”. Mas será que os que declaram isso já ouviram falar em erosão genética?
“Erosão” é um termo latino que define a ação ou efeito de erodir, corroer, destruir, consumir e gastar de forma lenta e contínua. Bastante empregado na geologia, ele indica o processo de desgaste que transforma e modela a crosta terrestre, desencadeado pela ação das águas, dos ventos e das geleiras, por exemplo. Em sentido figurado, o termo também tem sido empregado para designar desgaste, deterioração ou destruição. Mesmo no contexto geológico, a erosão, quando induzida por atividades humanas, é considerada um dos principais problemas da destruição ambiental, já que o solo é base para a vida no planeta.

Erosão genética

"O biólogo Edward Wilson afirma que quando reconhecemos oficialmente uma espécie como ameaçada de extinção, na maioria dos casos, ela já está à beira do desaparecimento"
Plantas e animais são afetados em virtude dos impactos da destruição de habitats, promovido pela conversão de paisagens naturais em prol da expansão da agricultura, da pecuária, obtenção de madeira, construção de rodovias, cidades, dentre outras atividades humanas. Esse processo que reduz a variabilidade das espécies ganha o nome de erosão genética.

A exploração madeireira, ao provocar a diminuição do número de indivíduos de uma população, favorece a perda de variação genética. Dessa forma, os remanescentes ficam com tamanho inferior ao mínimo adequado para que as espécies mantenham sua continuidade e evolução.

No longo prazo, os efeitos são ampliados com o aumento da endogamia, o fenômeno associado à maior probabilidade de autofecundação e acasalamento entre indivíduos aparentados. Configura-se, assim, a perda significativa da diversidade, ainda que, tecnicamente, não se tenha a extinção da referida espécie. O biólogo Edward Wilson afirma que quando reconhecemos oficialmente uma espécie como ameaçada de extinção, na maioria dos casos, ela já está à beira do desaparecimento.

Nas espécies da Mata Atlântica, são restritos os estudos sobre quantificação da perda da diversidade genética pela fragmentação e sobre a divergência genética interpopulacional. No que se refere ao cenário dos Campos Naturais, um dos ecossistemas que integram o bioma, esse conhecimento simplesmente inexiste. O que se sabe, no entanto, é que em menos de cem anos, a araucária teve parte importante de sua diversidade genética original perdida, principalmente, em virtude da exploração madeireira predatória e da drástica redução da cobertura original do ecossistema. A espécie já perdeu 97% do seu ambiente original no Brasil. Árvores com genes responsáveis por características particulares, como produção superior de pinhões e madeira, foram priorizadas para o corte, já que forneciam madeira de melhor qualidade e em maior quantidade. Dados já publicados apontam uma perda genética superior a 50% na variabilidade da árvore.

Mudanças climáticas agravam a situação

A continuidade das ações humanas predatórias e das mudanças climáticas agrava ainda mais essa condição. Enquanto as alterações do clima dificultam a sobrevivência das coníferas pelo mundo, pragas e doenças se tornam uma crescente ameaça, especialmente em áreas sujeitas a eventos extremos ou com ampliação das temperaturas médias. Na Floresta com Araucária, são raros os fragmentos com área superior a 100 hectares. A maioria situa-se entre cinco e dez, e quase sempre isolados, o que compromete ainda mais a situação da espécie.

A redução na população da espécie ameaça de extinção não só a própria, mas muitas outras a ela associadas, como a canela-preta (Ocotea catharinensis), a imbuia (Ocotea porosa), a canela-sassafrás (Ocotea odorifera), o xaxim (Dicksonia sellowiana) e até animais, como o macuco (Tinamus solitarius), os inhambus (Crypturellus spp.), a jacutinga (Aburria jacutinga), entre outros.

A conservação genética dessas espécies raras e ameaçadas precisa ser assegurada. Trata-se de exemplares que devem ser resgatados e cuidados como um patrimônio, sem sofrer com novas perdas. Apesar de apresentar efeitos extremamente drásticos, em alguns casos, a erosão genética pode ser atenuada ou revertida, portanto, a constatação dessa condição precisa induzir políticas públicas e ações enérgicas imediatas.

De uma vez por todas, precisamos assumir um compromisso que impeça o favorecimento de um cenário ainda mais caótico e completamente irreversível para a conservação da biodiversidade.

terça-feira, 10 de maio de 2016


segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Pinheiro do Paraná - Ibflorestas.org.br‎

Anúnciowww.ibflorestas.org.br/Pinheiro
  1. Conheça mudas de Pinheiro do Paraná e ajude as Florestas Brasileiras
A araucária [Araucaria angustifolia (Bertol.) Kuntze 1898] é a espécie arbórea dominante da floresta ombrófila mista, ocorrendo majoritariamente na região Sul ...

Mata de Araucárias - Brasil Escola

www.brasilescola.com › Geografia do Brasil › Geografia Física do Brasil
4 dias atrás - As Matas de Araucárias são encontradas na região Sul do Brasil e nos pontos de relevo mais elevado da Região Sudeste. Existem pelo ...

Mata de Araucárias - InfoEscola

www.infoescola.com/geografia/mata-de-araucarias/
Texto sobre a mata de araucarias, floresta ombrofila mista, quais as suas caracteristicas, a fauna dessa floresta, clima, etc.

[PDF]PARQUE NACIONAL DAS ARAUCÁRIAS - ICMBio

www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/.../pm_parna_araucarias_1.pdf
Créditos Técnicos e Autorais. Supervisão e Acompanhamento Técnico do Plano de Manejo do Parque Nacional das. Araucárias. Célia Lontra – DIREP/ICMBIO.

Parna das Araucárias - ICMBio

www.icmbio.gov.br › ... › Unidades de Conservação - Mata Atlântica
NOME DA UNIDADE: Parna das Araucárias. BIOMA: Mata Atlântica. ÁREA: 12.841 hectares. DIPLOMA LEGAL DE CRIAÇÃO: Dec s/nº de 19 de outubro de ...

Criado em 2005, o Parque Nacional das Araucárias protege ...

https://plus.google.com/.../posts/Y2vgexUHC5s
Fundação SOS Mata Atlântica - Compartilhada de modo privado
20 de out de 2015 - Criado em 2005, o Parque Nacional das Araucárias protege mais de 12 mil hectares de belíssimas araucárias, que formam uma paisagem única junto aos rios.

Floresta com Araucárias - Apremavi

www.apremavi.org.br/floresta-com-araucarias
A floresta com araucárias, chamada cientificamente de Floresta Ombrófila Mista, é um ecossistema do Bioma da Mata Atlântica, característico da região sul do ...

Mata de Araucária - Escola Kids

www.escolakids.com/mata-de-araucaria.htm
A mata das araucárias era encontrada em grande quantidade no Brasil, porém ela está praticamente extinta nos dias atuais, ocorrendo a sua existência apenas ...

Mata de Araucária - Mundo Educação

www.mundoeducacao.com/geografia/mata-araucaria.htm
As folhas são estreitas e compridas e sua estrutura vegetativa é bastante homogênea, pois não há grandes variações de espécies de araucárias, além de se ...

Pousada das Araucárias - Visconde de Mauá

www.pousadadaaraucaria.com.br/

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Mata de Araucárias

Localizado principalmente na Região Sul, no Estado do Paraná e Santa Catarina, também atingindo parte de São Paulo e do Rio Grande do Sul. A vegetação predominante é a presença do pinheiro-do-paraná, além da canela e imbuia. Por conta do desmatamento, hoje essa mata possui apenas 2% da área original.
Mata de araucárias no Sul (Foto: Rede Globo)Mata de araucárias no Sul (Foto: Rede Globo)

sábado, 1 de março de 2014

Grandes blocos desfilam hoje no Rio

   28/02/2014 17h10
  • Rio de Janeiro
Akemi Nitahara - Repórter da Agência Brasil Edição: Stênio Ribeiro

Abre-Alas banner

Os orixás mandam seu axé para o carnaval de Rua do Rio de Janeiro, através do Bloco das Carmelitas, que desfila hoje (28), até as 19h, em Santa Teresa, com samba em homenagem às divindades do candomblé. Um dos blocos mais tradicionais da cidade, chega a reunir 10 mil foliões nas apertadas ladeiras do bairro.
No centro da cidade, saem o Bloco dos Aposentados (17h, na Rua Primeiro de Março), o Escorrega na Baba do Quiabo (18h, no Buraco do Lume, Rua Nilo Peçanha), o Molha o Pé das 8 (20h, na Rua Rodrigo Silva), e o Escorrega mas Não Cai (21h, também no Buraco do Lume).
Na zona sul, o Arpoador recebe o bloco Vem ni Mim Que Sou Facinha, com previsão de 30 mil foliões, a partir das 19h; o Bloco Virtual sai no Leme, também às 19h; a turma do Senta Que Eu Empurro abrilhanta o carnaval da Rua do Catete, a partir das 20h, e o bloco Rola Preguiçosa - Tarda mas Não Falha, às 20h, em Ipanema.
Na Tijuca, a Banda Cultural do Jiló anima a Rua Pinto de Figueiredo, a partir das 22h, com previsão de 2.500 pessoas. No Grajaú, tem Cata Latas do Grajaú, às 18h, na Praça Nobel, e a Turma dos 300, às 19h, na Praça Edmundo. E na Vila Isabel, o bloco Eu Sou Eu, Jacaré é Bicho D'água se concentra às 20h, na Rua Visconde de Abaeté.
Na zona norte, o Monarca do Irajá concentra a partir das 20h, na Estrada da Água Grande; o Boêmios do Méier sai às 19h, na Rua Constança Barbosa; e o Unidos do Chapadão batuca até as 22h, na Avenida dos Campeões, em Ramos.
A zona oeste tem o bloco Meia Dúzia de Gatos Pingados (19h, em Bangu), Geriatria e Pediatria (20h, em Campo Grande), Caldeirão do Coqueiro (21h, no Santíssimo), e em Pedra de Guaratiba desfilam o Bloco do Boi, Só Falta Você, às 18h; Boêmios do Catruz, também às 18h; e o Bloco das Piranhas do Jeffinho, às 20h.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Gravações da Justiça dão detalhes do atentado no Riocentro em 1981

Fantástico obteve depoimentos de testemunhas e participantes.
Ex-delegado diz que havia bomba no palco para atingir artistas.

Do G1, com informações do Fantástico
22 comentários


Novos depoimentos de testemunhas e participantes ajudam a Justiça a entender detalhes do atentado que ocorreu em 1981 no Rio Centro.
Com autorização, da Justiça, o Fantástico obteve acesso ao material, que é parte da mais completa investigação sobre o Caso Riocentro, iniciada dois anos atrás.
(veja vídeo ao lado)
Os relatos ajudam a esclarecer o caso, em que estão envolvidos grupos secretos, na tentativa de impedir o fim da ditadura militar. Com eles, o Ministério Público Federal (MPF) encontra detalhes do que aconteceu no Riocentro naquela noite, em que ocorria um show comemorativo ao dia 1º de Maio.
Um dos depoimentos é o do coronel reformado Wilson Machado, que nunca deu entrevistas sobre a explosão ocorrida dentro do carro em que ele estava na noite de 30 de abril de 1981, no Riocentro. No banco do carona estava o sargento Guilherme do Rosário, que morreu no veículo. Machado saiu ferido do episódio.
Em dezembro de 2013 e em janeiro passado, Machado disse ao Ministério Público Federal, que não estava envolvido com o atentado. “Eu nunca carreguei nenhum explosivo, não sei mexer com nenhum explosivo, nunca mexi na minha vida. Não estou encobrindo ninguém, e ninguém vai dizer que deu essa ordem pra mim”.
Enquanto Wilson Machado nega envolvimento e até a existência de uma bomba, um ex-delegado afirma que havia um plano para que uma bomba fose colocada no palco para atingir os artistas.
'Peritos foram pressionados'
Para o procurador Antonio Passos, não há dúvidas de que o inquérito conduzido logo depois do atentado em 1981 foi direcionado para que as conclusões não chegassem aos autores do atentado.
“Peritos foram pressionados, testemunhas foram ameaçadas, provas foram suprimidas do local do crime. Então, a gente não tem dúvida de que a primeira investigação no Riocentro foi direcionada para que o caso fosse acobertado, que não se descobrisse a verdade”, disse.
'Alguma coisa subversiva'
Em 1981, o então capitão do Exército Wilson Machado era chefe de uma seção do  Destacamento de Operações de Informações (DOI), órgão de inteligência e repressão da ditadura militar.  Segundo seu depoimento, a missão que recebeu do comando do DOI era simples: verificar se os artistas e os participantes falavam  “alguma coisa subversiva”.
Desde o primeiro inquérito, ainda em 1981, Machado sempre sustentou que ele e o sargento saíram do carro por alguns instantes depois de terem chegado ao Riocentro, e depois iriam estacionar normalmente. Ele teria ido ao banheiro e o sargento - conhecido no Exército como Wagner - aproveitou para procurar amigos com quem teria ficado de se encontrar.
Os dois voltaram ao carro e houve uma explosão -- que Machado diz não ter achado que se tratava de uma bomba. “Para mim não estourou bomba não, amigo”, disse. “Se você ver aí na declaração, não sei se está aí, quando eu fui interrogado, eu achava que tinha estourado o motor do carro”.
Testemunha
Mais de 30 anos depois do atentado, uma testemunha do caso criou coragem para falar ao MPF. Mauro Cesar Pimentel, dono do carro que aparece em uma imagem feita logo depois do atentado, foi localizado em 2011 pelo jornal "O Globo".
Ele disse não ter se pronunciado antes por medo, mas também conta ter visto o carro de Machado antes da explosão. “Eu olhei bem para dentro do carro e na traseira do carro, no vidro traseiro, que é baixa a traseira, eu vi dois cilindros idênticos ao que ele estava manipulando”, contou ele, referindo-se ao sargento Guilherme do Rosário.
Machado, que viu a declaração por meio do MPF, contesta a informação. “Duvido. Duvido!”, diz Machado.
Em depoimento, Pimentel diz ter visto a explosão e buscado ajuda. “Eu corri, corri e não achei ninguém. Voltei e falei, vou eu mesmo socorrer ele. Mas quando eu voltei, ele não estava mais lá (Machado). Já não estava ele e não estavam os dois cilindros na traseira do carro. Só ficou o sargento, que já estava morto”.
Em todos os depoimentos que deu até hoje, Machado afirma que não se lembra quem o socorreu e diz que o explosivo não estava no colo do sargento. Ele também mostra cicatrizes de que teria sido atingido no episódio.
Na época, a investigação concluiu que a bomba estava imprensada entre o banco e a porta do carona.
'Eu não podia deixar de cumprir a ordem'
O major reformado Divany Carvalho Barros, conhecido no Exército como "Dr. Áureo", admitiu, três décadas depois do atentado, que foi enviado ao Riocentro para recolher provas que pudessem incriminar o Exército. Divany afirma que recolheu de dentro do carro três objetos pertencentes ao sargento Rosário.
Eu não podia deixar de cumprir a ordem. A caderneta com telefones, nomes, anotações. Peguei a caderneta, peguei uma granada defensiva que ele usava na bolsa que não explodiu. Peguei a pistola dele”, contou em depoimento ao MPF.
Em outro depoimento ao MP, o ex-delegado de polícia Cláudio Guerra contou que sua função era prender, no Riocentro, pessoas falsamente ligadas à explosão. No depoimento, ele revela a existência de mais uma bomba com um novo alvo – o palco e os artistas.
“Seria colocado no palco, justamente para atingir... A comoção seria a morte de artistas mesmo, né?”, diz o ex-policial.
Nenhuma bomba explodiu no palco. No entanto, além da que explodiu no pátio, outra foi atirada na casa de força do Riocentro, para cortar a luz e causar pânico nas mais de 20 mil pessoas que assistiam ao show, segundo os procuradores.
A viúva do sargento Guilherme do Rosário, Sueli José do Rosário, também guardou silêncio por mais de 30 anos, segundo disse ao MPF, por ter sido ameaçada.
“No dia que enterrei meu marido. No dia... Não deram tempo nem para eu chorar a morte do meu marido”, disse. Ela conta que a ameaça veio de alguém chamado de 'doutor Luiz', que teria dito que ela seria acompanhada e mencionado seus dois filhos. O MPF está investigando a identidade do homem.
Restaurante do Rio é peça chave
As investigações do Ministério Público Federal também estão mapeando a atividade dos grupos que lutaram contra o fim da ditadura. Na lista de endereços revelados pelas testemunhas, um restaurante na Zona Portuária do Rio é uma peça importante das investigações.
Segundo o MPF, coronéis e generais do Exército se reuniam no local para planejar os atentados. Depois, as ordens eram repassadas aos subalternos. Somente nos primeiros meses de 1980, foram 46 explosões atribuídas aos militares.
Boa parte dos atentados foi contra bancas de jornal que vendiam publicações consideradas subversivas. Uma bomba enviada à sede da Ordem dos Advogados do Brasil, no Rio, matou a secretária Lyda Monteiro.
Denúncia do MPF
Para o MPF, o coronel Wilson Machado, o ex-delegado Cláudio Guerra e os generais reformados Nilton Cerqueira e Newton Cruz, devem responder por tentativa de homicídio, associação criminosa e transporte de explosivos.
Nilton Cerqueira era comandante da Polícia Militar do Rio de Janeiro e teria suspendido o policiamento no dia do show. Newton Cruz, que ainda foi denunciado por favorecimento, chefiava o Serviço Nacional de Informações (SNI). Segundo o MPF, ele soube do atentado com antecedência e nada fez para impedir.
Os outros denunciados pelo MPF são o major Divany, por fraude processual, e o general reformado Edson Sá Rocha, acusado de ter defendido um plano de atentado um ano antes, também no Riocentro - o único que se recusou a responder às pergundas do MPF.
Passados 33 anos do atentado, os procuradores alegam que o crime não prescreveu porque foi praticado contra o país. Além disso, não estariam cobertos pela Lei da Anistia, válida de 1961 a 1979.
A Justiça Federal ainda está analisando o novo inquérito para decidir se aceita a denúncia.
Procurados pelo Fantástico, o general Newton Cruz disse que já foi julgado e inocentado pelo Superior Tribunal Militar e pelo Supremo Tribunal Federal no caso do Riocentro. A família do ex-delegado Cláudio Guerra disse que ele está doente e não poderia falar. Nilton Cerqueira e Sueli José do Rosário não quiseram dar entrevista para o Fantástico. Já o coronel Wilson Machado e o major reformado Divany Carvalho Barros foram procurados em casa e pelo telefone, mas não foram encontrados.
Veja o site do Fantástico




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