quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Videos sobre Bioma Mata de Araucárias (Divulgação: Painel do Coronel Paim

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Odilon assume liderança na reta final

Com 52,5% Odilon assume liderança na reta final, diz pesquisa IPEXX Brasil




O candidato ao governo do Estado, juiz Odilon de Oliveira, já aparece na frente do oponente, Reinaldo Azambuja (PSDB), nesta reta final e agora está em primeiro, de acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 22, feita pelo Instituto de Pesquisa Ipexx Brasil.

A pesquisa mostra Odilon com 52,52% dos votos válidos, contra 47,48% do concorrente. Nas duas análises anteriores deste segundo turno o pedetista se mostrava em segundo, mas empatado no limite da margem de erro.

A pesquisa foi feita nos 12 maiores colégios eleitorais: Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Ponta Porã, Naviraí, Nova Andradina, Aquidauana, Sidrolândia, Paranaíba, Maracaju e Coxim.

Para Odilon, as últimas pesquisas estão mais perto da realidades das ruas. “Não temos rejeição e cada dia mais as pessoas estão aderindo ao nosso projeto. No corpo a corpo sentimos isso diariamente. Nessa última semana vamos intensificar a campanha e levar nossas propostas à população, que já se decidiu pela mudança de verdade. Agora é a hora da virada”, declarou, acrescentando que os apoiadores voluntários devem continuar firmes no trabalho formiguinha de conversar com as pessoas em todo o Estado.

O nível de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máximo estimado considerando um modelo de amostragem aleatório simples, é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Foram entrevistados 1.040 eleitores, entre os dias 17 e 21 de outubro. A pesquisa foi registrada no TRE-MS sob o número 05585/2018.

Rejeição

O levantamento mostra que a Rejeição de Reinaldo continua maior. D e acordo com a amostragem, 35,10% dos entrevistados disseram que não votariam no candidato a reeleição de jeito nenhum, contra 25% de Odilon.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

A araucária e a erosão genética que destrói a Mata Atlântica



Pôr-do Sol - Telêmaco Borba
Muito se discute sobre a conservação da Araucaria angustifolia – o conhecido pinheiro-brasileiro ou pinheiro-do-Paraná. Há quem ache exagero considerar a espécie ameaçada de extinção, valendo-se do argumento de que “existem muitas árvores por aí”. Mas será que os que declaram isso já ouviram falar em erosão genética?
“Erosão” é um termo latino que define a ação ou efeito de erodir, corroer, destruir, consumir e gastar de forma lenta e contínua. Bastante empregado na geologia, ele indica o processo de desgaste que transforma e modela a crosta terrestre, desencadeado pela ação das águas, dos ventos e das geleiras, por exemplo. Em sentido figurado, o termo também tem sido empregado para designar desgaste, deterioração ou destruição. Mesmo no contexto geológico, a erosão, quando induzida por atividades humanas, é considerada um dos principais problemas da destruição ambiental, já que o solo é base para a vida no planeta.

Erosão genética

"O biólogo Edward Wilson afirma que quando reconhecemos oficialmente uma espécie como ameaçada de extinção, na maioria dos casos, ela já está à beira do desaparecimento"
Plantas e animais são afetados em virtude dos impactos da destruição de habitats, promovido pela conversão de paisagens naturais em prol da expansão da agricultura, da pecuária, obtenção de madeira, construção de rodovias, cidades, dentre outras atividades humanas. Esse processo que reduz a variabilidade das espécies ganha o nome de erosão genética.

A exploração madeireira, ao provocar a diminuição do número de indivíduos de uma população, favorece a perda de variação genética. Dessa forma, os remanescentes ficam com tamanho inferior ao mínimo adequado para que as espécies mantenham sua continuidade e evolução.

No longo prazo, os efeitos são ampliados com o aumento da endogamia, o fenômeno associado à maior probabilidade de autofecundação e acasalamento entre indivíduos aparentados. Configura-se, assim, a perda significativa da diversidade, ainda que, tecnicamente, não se tenha a extinção da referida espécie. O biólogo Edward Wilson afirma que quando reconhecemos oficialmente uma espécie como ameaçada de extinção, na maioria dos casos, ela já está à beira do desaparecimento.

Nas espécies da Mata Atlântica, são restritos os estudos sobre quantificação da perda da diversidade genética pela fragmentação e sobre a divergência genética interpopulacional. No que se refere ao cenário dos Campos Naturais, um dos ecossistemas que integram o bioma, esse conhecimento simplesmente inexiste. O que se sabe, no entanto, é que em menos de cem anos, a araucária teve parte importante de sua diversidade genética original perdida, principalmente, em virtude da exploração madeireira predatória e da drástica redução da cobertura original do ecossistema. A espécie já perdeu 97% do seu ambiente original no Brasil. Árvores com genes responsáveis por características particulares, como produção superior de pinhões e madeira, foram priorizadas para o corte, já que forneciam madeira de melhor qualidade e em maior quantidade. Dados já publicados apontam uma perda genética superior a 50% na variabilidade da árvore.

Mudanças climáticas agravam a situação

A continuidade das ações humanas predatórias e das mudanças climáticas agrava ainda mais essa condição. Enquanto as alterações do clima dificultam a sobrevivência das coníferas pelo mundo, pragas e doenças se tornam uma crescente ameaça, especialmente em áreas sujeitas a eventos extremos ou com ampliação das temperaturas médias. Na Floresta com Araucária, são raros os fragmentos com área superior a 100 hectares. A maioria situa-se entre cinco e dez, e quase sempre isolados, o que compromete ainda mais a situação da espécie.

A redução na população da espécie ameaça de extinção não só a própria, mas muitas outras a ela associadas, como a canela-preta (Ocotea catharinensis), a imbuia (Ocotea porosa), a canela-sassafrás (Ocotea odorifera), o xaxim (Dicksonia sellowiana) e até animais, como o macuco (Tinamus solitarius), os inhambus (Crypturellus spp.), a jacutinga (Aburria jacutinga), entre outros.

A conservação genética dessas espécies raras e ameaçadas precisa ser assegurada. Trata-se de exemplares que devem ser resgatados e cuidados como um patrimônio, sem sofrer com novas perdas. Apesar de apresentar efeitos extremamente drásticos, em alguns casos, a erosão genética pode ser atenuada ou revertida, portanto, a constatação dessa condição precisa induzir políticas públicas e ações enérgicas imediatas.

De uma vez por todas, precisamos assumir um compromisso que impeça o favorecimento de um cenário ainda mais caótico e completamente irreversível para a conservação da biodiversidade.

terça-feira, 10 de maio de 2016


segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Pinheiro do Paraná - Ibflorestas.org.br‎

Anúnciowww.ibflorestas.org.br/Pinheiro
  1. Conheça mudas de Pinheiro do Paraná e ajude as Florestas Brasileiras
A araucária [Araucaria angustifolia (Bertol.) Kuntze 1898] é a espécie arbórea dominante da floresta ombrófila mista, ocorrendo majoritariamente na região Sul ...

Mata de Araucárias - Brasil Escola

www.brasilescola.com › Geografia do Brasil › Geografia Física do Brasil
4 dias atrás - As Matas de Araucárias são encontradas na região Sul do Brasil e nos pontos de relevo mais elevado da Região Sudeste. Existem pelo ...

Mata de Araucárias - InfoEscola

www.infoescola.com/geografia/mata-de-araucarias/
Texto sobre a mata de araucarias, floresta ombrofila mista, quais as suas caracteristicas, a fauna dessa floresta, clima, etc.

[PDF]PARQUE NACIONAL DAS ARAUCÁRIAS - ICMBio

www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/.../pm_parna_araucarias_1.pdf
Créditos Técnicos e Autorais. Supervisão e Acompanhamento Técnico do Plano de Manejo do Parque Nacional das. Araucárias. Célia Lontra – DIREP/ICMBIO.

Parna das Araucárias - ICMBio

www.icmbio.gov.br › ... › Unidades de Conservação - Mata Atlântica
NOME DA UNIDADE: Parna das Araucárias. BIOMA: Mata Atlântica. ÁREA: 12.841 hectares. DIPLOMA LEGAL DE CRIAÇÃO: Dec s/nº de 19 de outubro de ...

Criado em 2005, o Parque Nacional das Araucárias protege ...

https://plus.google.com/.../posts/Y2vgexUHC5s
Fundação SOS Mata Atlântica - Compartilhada de modo privado
20 de out de 2015 - Criado em 2005, o Parque Nacional das Araucárias protege mais de 12 mil hectares de belíssimas araucárias, que formam uma paisagem única junto aos rios.

Floresta com Araucárias - Apremavi

www.apremavi.org.br/floresta-com-araucarias
A floresta com araucárias, chamada cientificamente de Floresta Ombrófila Mista, é um ecossistema do Bioma da Mata Atlântica, característico da região sul do ...

Mata de Araucária - Escola Kids

www.escolakids.com/mata-de-araucaria.htm
A mata das araucárias era encontrada em grande quantidade no Brasil, porém ela está praticamente extinta nos dias atuais, ocorrendo a sua existência apenas ...

Mata de Araucária - Mundo Educação

www.mundoeducacao.com/geografia/mata-araucaria.htm
As folhas são estreitas e compridas e sua estrutura vegetativa é bastante homogênea, pois não há grandes variações de espécies de araucárias, além de se ...

Pousada das Araucárias - Visconde de Mauá

www.pousadadaaraucaria.com.br/

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Mata de Araucárias

Localizado principalmente na Região Sul, no Estado do Paraná e Santa Catarina, também atingindo parte de São Paulo e do Rio Grande do Sul. A vegetação predominante é a presença do pinheiro-do-paraná, além da canela e imbuia. Por conta do desmatamento, hoje essa mata possui apenas 2% da área original.
Mata de araucárias no Sul (Foto: Rede Globo)Mata de araucárias no Sul (Foto: Rede Globo)

sábado, 1 de março de 2014

Grandes blocos desfilam hoje no Rio

   28/02/2014 17h10
  • Rio de Janeiro
Akemi Nitahara - Repórter da Agência Brasil Edição: Stênio Ribeiro

Abre-Alas banner

Os orixás mandam seu axé para o carnaval de Rua do Rio de Janeiro, através do Bloco das Carmelitas, que desfila hoje (28), até as 19h, em Santa Teresa, com samba em homenagem às divindades do candomblé. Um dos blocos mais tradicionais da cidade, chega a reunir 10 mil foliões nas apertadas ladeiras do bairro.
No centro da cidade, saem o Bloco dos Aposentados (17h, na Rua Primeiro de Março), o Escorrega na Baba do Quiabo (18h, no Buraco do Lume, Rua Nilo Peçanha), o Molha o Pé das 8 (20h, na Rua Rodrigo Silva), e o Escorrega mas Não Cai (21h, também no Buraco do Lume).
Na zona sul, o Arpoador recebe o bloco Vem ni Mim Que Sou Facinha, com previsão de 30 mil foliões, a partir das 19h; o Bloco Virtual sai no Leme, também às 19h; a turma do Senta Que Eu Empurro abrilhanta o carnaval da Rua do Catete, a partir das 20h, e o bloco Rola Preguiçosa - Tarda mas Não Falha, às 20h, em Ipanema.
Na Tijuca, a Banda Cultural do Jiló anima a Rua Pinto de Figueiredo, a partir das 22h, com previsão de 2.500 pessoas. No Grajaú, tem Cata Latas do Grajaú, às 18h, na Praça Nobel, e a Turma dos 300, às 19h, na Praça Edmundo. E na Vila Isabel, o bloco Eu Sou Eu, Jacaré é Bicho D'água se concentra às 20h, na Rua Visconde de Abaeté.
Na zona norte, o Monarca do Irajá concentra a partir das 20h, na Estrada da Água Grande; o Boêmios do Méier sai às 19h, na Rua Constança Barbosa; e o Unidos do Chapadão batuca até as 22h, na Avenida dos Campeões, em Ramos.
A zona oeste tem o bloco Meia Dúzia de Gatos Pingados (19h, em Bangu), Geriatria e Pediatria (20h, em Campo Grande), Caldeirão do Coqueiro (21h, no Santíssimo), e em Pedra de Guaratiba desfilam o Bloco do Boi, Só Falta Você, às 18h; Boêmios do Catruz, também às 18h; e o Bloco das Piranhas do Jeffinho, às 20h.